A HISTÓRIA DO CORNETEIRO

A HISTÓRIA DO CORNETEIRO

Nos primeiros tempos da fundação da nacionalidade – tempo do nosso rei D. Afonso Henriques – no fim de uma batalha o exército vencedor tinha direito ao saque sobre os vencidos.

(Saque – s. m. : acto de saquear. Roubo público legitimado).

Pois bem, após uma dessas batalhas, ganha pelo 1º Rei de Portugal, o seu corneteiro lá tocou para dar “início ao saque” a que as tropas tinham direito e que só terminaria quando o mesmo corneteiro desse o toque para pôr “fim ao saque”.

Mas, fruto de alguma maleita ou ferimento, o dito corneteiro finou-se, antes de conseguir tocar o “fim ao saque”.

E, até hoje, ninguém voltou a tocar, anunciando o fim do saque.

Afinal a culpa é mesmo do corneteiro!…

Não haverá por aí alguém que conheça o toque ?

Minutos de sabedoria

Porque será que é mais fácil frequentar um bar do que um ginásio?

Para resolver este grande dilema, foi necessário frequentar os dois (o bar e o ginásio) por uma semana.
Vejam o resultado desta importante pesquisa:

Vantagem numérica:
– Existem mais bares do que ginásios.
Logo, é mais fácil encontrar um bar no teu caminho.
*1×0 pro bar.**

Ambiente:
– No bar, toda a gente está alegre. É o sítio onde a dureza do dia-a-dia amolece na primeira cerveja.
– No ginásio, toda a gente fica a suar, a bufar e a fazer caretas feias.
*2×0.**

Amizade simples e sincera:
– No bar, ninguém fica a reparar se estás a usar uns ténis de marca ou da candonga. Os companheiros do bar só reparam se o teu copo está cheio ou vazio.
*3×0..*

Compaixão:
Alguém já te pagou algum dia de ginásio?
– No bar, de certeza, já te pagaram um copo.
*4×0.*

Liberdade:
– Podes dizer palavrões no ginásio?
*5×0*.

Libertinagem e democracia:
– No bar, podes dividir um banco com outra pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo, o problema é teu…
– No ginásio, dividir um aparelho até pode dar porrada.
*6×0.**

Saúde:
– Já alguma vez viste alguém num bar a reclamar de dores musculares, cãibras, tendinites, etc?
*7×0.*

Saudosismo:
– Alguém já tocou a tua música romântica preferida no ginásio?
*8×0.*

Emoção:
– Onde comemoras as vitórias do teu clube?
No bar ou no ginásio?
*9×0.*

Memória:
– Já fizeste alguma cena no ginásio digna de contar aos teus netos?
*10×0 pro BAR!!!**

Portanto, se tens amigos no ginásio, salva-os do mau caminho!**

PS: Já alguma vez fizeste grandes amizades a beber bebidas energéticas???

ENTÃO, VAMOS EMBORA PRO BAR!!!

Robalos e alheiras…

Com estes artigos faz-se cá uma “caçoilada”…

SUCATA, OS ROBALOS E AS ALHEIRAS

Quando perguntaram a Armando Vara o que tinha recebido de prenda de Manuel Godinho, respondeu que tinham sido ROBALOS… e acrescentou que lhe tinha retribuído com ALHEIRAS …
Pois bem, estudos recentes da Universidade de Coimbra, da Faculdade de Ciências Criminais e Gatunagem Robótica Eléctrica às Vezes, concluiu que ROBALOS e ALHEIRAS, propiciam uma reacção química a que se deu o nome de :

COMO SÃO ESTAGIÁRIOS, ATÉ SE LEVA….

Ali ao pé da Faculdade de Medicina do Porto ia um tipo que andava de perna aberta.

E vinham dois médicos estagiários saindo para fora, e diz um para o outro:

Aquele homem, coitado sofre da coluna.

E diz o outro: Não é nada, é da espondilose.

E diz o outro: Não é nada, pá. Aquilo é coluna, porra… pela maneira de o homem andar….

Então, como não chegaram a um acordo, chegaram junto do velhote e pergutaram:

Ó amigo: Eu vou aqui numa teima do caramba. Você vai aí com o perna toda aberta, aí a mancar, e eu estou aqui a teimar com o meu colega que você sofre da coluna…e ele diz que é espondilose.

Ora nem um nem outro acertaram….

Até eu me enganei.

Pensei que era uma silenciosa.. e borrei-me todo…….

Numa aula de ciências….

O professor de ciências era muito nervoso. Um dia ele levou para a aula uma pata de um pássaro. Apontou para um aluno e perguntou:
– Olhando esta pata de pássaro responda-me: qual é a família, gênero e espécie do animal?
– Como é que eu vou saber isso tudo com uma pata?
– Seu ignorante – gritou o professor. – Você está suspenso!
E pegando uma caneta e um papel, perguntou ao menino:
– Qual é o seu nome completo?
O menino estendeu a mão para o professor e disse:
– Adivinha