Comentário de um anónimo sobre o “Boliqueime”…

Comentário de um anónimo sobre o “Boliqueime”…

Vou esforçar-me por não recorrer ao bom e duro português vernáculo.
Este sr. Silva, bacoco, ignorante, demagogo, sempre com aquele ar de professoral sobranceria, é dos políticos mais tristes, mais mesquinhos, mais frustrados, mais ressabiados da História deste Portugal dos Pequeninos.
Durante dez anos, com duas maiorias absolutas, proclamou “uma democracia de sucesso” ao semear betão armado pelo território nacional. E foi esbanjando os colossais fundos estruturais da então CEE em obras de fachada, destruindo a agricultura, as pescas, o ensino, a saúde, a formação profissional, o comércio e a indústria. Tutelou uma corja de viveirinhos e oportunistas, vulgo Dias Loureiro, Ferreira do Amaral, Mira do Amaral, Isaltino de Morais, Duarte Lima, Catroga, Paulo Teixeira Pinto, os mafiosos do BPN que protagonizaram a maior vigarice dos anais de Portugal e de que o sr. Silva sairia beneficiário com lucrativas acções.
Há meses, na governação de Sócrates, declarou que os portugueses tinham chegado ao limite dos sacrifícios e de que nada adiantaria criticar as agência de notação financeira. Agora, cínico, aprova o roubo do 13º mês e subsídio de férias, apelando à equidade, zurze nas agências que venerou, abençoa o colossal buraco da Madeira, comentando, a propósito, quanto ficava deslumbrado ao ver as vacas a sorrir mediante os prados verdejantes.
Figura sinistra, figura rafeira, esta. Sem estatura de estadista, sem dimensão cultural, ética e moral. O sr. Silva não passa de um contabilista especializado no alarvismo que rivaliza, em bombásticas tiradas, com o almirante Américo Tomás. Tal anomalia do sistema democrático poderia, ao menos, com a sua Maria Papoila, seguir os conselhos de Passos, seu aluno aplicado, funcionário público do FMI – emigrar.
Emigre, homem, deixe o palácio de Belém, os pastéis de nata, deixe de provocar quem mais sofre e vá comer bolo-rei cuspindo as migalhas para o raio que o parta. O sr. Silva é a nulidade mais deprimente desta doentia democracia. É o nítido retrato desta Nação em vias de o deixar de ser. O sr. Silva é, de facto, um pobre – um pobre de espírito.

Obs:Já não são só as vacas que sorriem alegremente para este Senhor, são tambem os camelos, as bestas, os macacos e toda a restante bicharada que passivamente vive neste ZOO que dá pelo nome de Portugal.

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