P… que p…

Júlio está no Hotel com a amante, curtindo o pós-coito, quando ela resolve interromper o silêncio:
– Júlio, por que não cortas essa barba?
– Ah… se dependesse só de mim… Sabes que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba… ela gosta de mim assim !
– Ora, querido – insiste a amante – Faz isso por mim, por favor…
– Não sei não, querida…. sabes, a minha mulher ama-me muito, não tenho coragem de a decepcionar…
– Mas sabes que eu também te amo muito… pensa no caso, por favor…
O tipo continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante e resolve atender ao pedido.

Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios e quando chega a casa a esposa já está dormindo.
Assim que ele se deita, sente a mão da esposa afagando o seu rosto lisinho e com a sua voz sonolenta diz:
– Duarte!!! Seu sacana, ainda estás aqui?
Vai-te embora… O barbudo está quase a chegar !!!

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