Os dois caçadores

“Dois caçadores estão em um bosque, quando um deles desmaia. Ele parece não estar respirando e seus olhos estão vidrados. O outro caçador pega o telefone e liga para a emergência: “Meu amigo está morto! O que faço?”. O atendente responde: “Calma, eu te ajudo. Primeiro, temos que ter certeza de que ele está morto”. Há um silêncio, e então um tiro é ouvido. De volta ao telefone, o cara diz: “Pronto, e agora?”

Há miúdos assim!…

Num infantário a educadora está a ajudar um menino a calçar as botas.

Ela faz força, faz força, e ao fim de algum tempo, e a muito custo, uma bota já entrou e a outra já está quase.

Nisto diz o miúdo:

– As botas estão trocadas!

A educadora pára, respira fundo, vê que o rapaz tem razão e começa a tirar-lhe as botas novamente.

Mais uma dose de esforço para as tirar e depois torna a tentar colocar novamente, desta vez nos pés certos.

Ao fim de muito tempo e muito esforço, ela lá é bem-sucedida e diz:

– Bolas. Estava a ver que não. Custou.

– Sabe é que estas botas não são minhas!

A educadora fecha os olhos, respira fundo e lá começa a descalçar o rapaz novamente.

Quando finalmente consegue, diz ao miúdo:

– OK! De quem é que são estas botas, então?

– São do meu irmão! A minha mãe obrigou-me a trazê-las!

A educadora fica em estado de choque, pulsação acelerada, vai respirando
fundo, decide não dizer nada e começa novamente a calçar o rapaz.

Mais uma série de tempo e finalmente consegue.

No fim diz-lhe:

– Pronto, as botas já estão! Onde é que tens as luvas?

– Pus nas botas!